Milionários preferem trabalhar depois da aposentadoria

Você está contando os anos para se aposentar? O que pretende fazer depois disso?

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A maioria das pessoas no mundo valoriza o trabalho e encontra nele a possibilidade de ascensão social ou pelo menos de uma mudança nas condições de vida. No entanto, é significativo o número de indivíduos que afirma não se sentir plenamente realizada em suas atividades profissionais. Uma das questões que as mantém minimamente motivadas durante o trabalho é a idealização da aposentadoria e com ela a possibilidade de finalmente poder “descansar”.

Pois saiba que quando se trata dos milionários, o pensamento costuma ser um pouco diferente e grande parte deles encontra nesta etapa da vida uma oportunidade de refletir e explorar novas possibilidades de trabalho. Pelo menos em se tratando dos milionários americanos entrevistados em uma pesquisa realizada pelo banco norte-americano de investimentos Merrill Lynch. O estudo foi desenvolvido em parceria a Age Wave, organização idealizada pelo famoso geriatra Ken Dychtwald e especializada em pesquisas sobre envelhecimento.

Com o nome de “Work in Retirement: Myths and Motivations” (Trabalho na aposentadoria: Mitos e Motivações), o objetivo foi explorar os desafios e crenças comuns sobre o trabalho durante a aposentadoria, preocupações reais de um país cujo número de idosos irá superar o de jovens em algumas décadas.

A pesquisa revelou que três em cada quatro indivíduos em processo de aposentadoria e com idade superior a 50 anos pretende continuar trabalhando depois da aposentadoria. O estudo também mostrou que do número total de milionários pesquisados, um terço continua trabalhando mesmo com idade legal para a aposentadoria.

Os resultados podem ajudar a derrubar alguns mitos, como por exemplo a noção de que a aposentadoria significa o fim do trabalho, que ela representa o início de um período de declínio na vida do aposentado ou que a principal razão para o trabalho é a necessidade de dinheiro.

A pesquisa foi realizada em março de 2014 e contou com a participação de mais de 7.000 entrevistados, sendo que 2.829 possuem mais de 50 anos e pelo menos US$ 250.000 em ativos de investimento (incluindo dinheiro líquido e investimentos, mas excluindo imobiliário).

Fonte: newsroom.bankofamerica.com